
SINOPSE
"Oxe ! Que Cordel é esse !?"
No Carnaval de 2026, a Costa de Prata abre as portas de um cordel vivo para contar a saga luminosa do vaqueiro Zé do Laço e da boiadeira Mariá, cujo amor nasceu no coração quente do Nordeste.
Ao ritmo da Literatura de Cordel, seguimos por feiras de gastronomia e artesanato, por ruas onde
ecoam o frevo, o batuque do Maracatu e as cores do Carnaval de Olinda.
A fé do povo acompanha-os: a Lavagem do Bonfim, a devoção a Nossa Senhora dos Navegantes, a magia azul da Festa de Iemanjá e a força ancestral de Oxalá e do Candomblé. Pelo caminho cruzam-se com figuras lendárias, como Lampião e Maria Bonita, símbolos maiores da coragem sertaneja.
Nas noites de São João, embalados pelo forró, Zé e Mariá descobrem que o amor vence a seca, a distância e o destino. E, quando o dia amanhece, é o Galo da Madrugada que abre alas para a celebração final, unindo fé, dança e tradição.
Assim se ergue este cordel encantado — uma homenagem à alma nordestina: vibrante, resistente, criativa e profundamente brasileira.
_

Mestre Sala e Porta-Bandeira

Baianas

2ª Ala | ``Candomblé``

Mestre Sala e Porta-Bandeira

1ª Ala | ``O Galo da Madrugada``

2ª Destaque | ``Maracatu``

Ala Mirin | Lavagem do Bonfim



SAMBA ENREDO CARNAVAL 2026
COMPOSITORES: CARLOS PINHO, LEQUINHO E JUNIOR FIONDA
Êêêê! Meu chão rachado
Do cordel branco e encarnado
Arretado meu sertão
Todo peito abrasado
Feito frevo e xaxado
Já viveu uma paixão
Será lenda ou boato
Fino traço, artesanato
Um amor que não tem fim
Puxe o fole sanfoneiro
Que o nordeste cancioneiro
Segue ao som do ajarim
Boiadeira e vaqueiro
Roupa branca, água de cheiro
Na lavagem do Bonfim
Dobra o tambor que tem festa pra Oxalá
No balaio levo flores à rainha Iemanjá
Bati cabeça, catulei a minha fé
Pra vencer qualquer demanda
Me firmei no candomblé
O amor rompeu a alvorada
Suor, emoção
O Galo da Madrugada
Arrastou multidão
Forró rasgado em Caruaru
Nas ladeiras de Olinda tem maracatu
Acende a fogueira, é noite de são João
Maria Bonita já chegou com lampião
Nossa Senhora alumia meu destino
E abençoa esse povo nordestino
Uma história de amor
Zé do Laço e Mariá
Festa no cangaço, vai até o sol “raiá”
O meu cordel é nó que não desata
Cabra da Peste! Sou Costa de Prata